
O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (12) que é contra o projeto de lei que prevê a quebra de patente do Mounjaro e o Zepbound, duas marcas de canetas emagrecedoras.
Nesta semana, a Câmara aprovou a urgência do projeto das canetas. O projeto dá o caráter de “interesse público” aos medicamentos Mounjaro e Zepbound.
🔎Com a quebra de patente, outras empresas poderiam fabricar medicamentos semelhantes e aumentar a oferta dos medicamentos.
Parlamentares contrários ao projeto afirmam que a quebra de patente representa insegurança jurídica para o setor farmacêutico.
“Quero começar destacando a posição do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços em relação a dois projetos de lei tramitando no poder legislativo. Um que ele faz o licenciamento compulsório. A nossa posição é contrária”, afirmou Alckmin a jornalistas.
“Nós precisamos de inovação, de previsibilidade e de investimentos”, completou.
O vice-presidente disse que “quando você quebra patente, você afasta investimento, reduz inovação no país”.
Ele também afirmou que é contrário a outra proposta, que prorroga o prazo de patente.
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