
Segundo a publicação, atualmente o Brasil gasta, em média, R$ 70,8 bilhões por ano com a importação de produtos de defesa e segurança, que vão desde coletes balísticos até mísseis e componentes aeronáuticos.
Mais de 90% desses itens importados têm uso dual, podendo ser aplicados tanto em contextos militares quanto civis.
De acordo com a CNI, o fortalecimento do setor nacional poderia gerar 226 mil empregos diretos e indiretos, a maioria deles de alta qualificação técnica.
Ao mesmo tempo, o material conclui que esses postos de trabalho envolvem atividades intensivas em tecnologia, engenharia e inovação, em um contexto de escassez recorde de mão de obra qualificada na indústria.
Anteriormente, a revista Tecnologia & Defesa informou que, no período de 2 a 6 de fevereiro, o Exército brasileiro realizou testes de uma versão modernizada da Viatura Blindada de Reconhecimento EE-9 Cascavel, que efetuou seus primeiros disparos.
De acordo com a publicação, os militares conduziram, no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), a instrução sobre o processo de colimação da viatura e realizaram testes de engenharia do computador balístico em desenvolvimento, com a execução de tiros reais à distância predefinida.
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