
Rowenna defende que neurodivergentes precisam vivenciar escola e passar por todas aprendizagens –
Garantir o direito à educação para os estudantes, sobretudo dos alunos neurodivergentes com transtornos globais do desenvolvimento, como o Transtorno do Espectro Autista e superdotação, por exemplo. De acordo com a secretária de Educação da Bahia, Rowenna Brito, em entrevista ao Portal A TARDE, esse é o desafio da Educação na Bahia, que tem sido desenvolvido no Estado.
“É um desafio para o Brasil inteiro. Os estudantes precisam vivenciar a escola e passar por todas as aprendizagens, já que não adianta só estar na escola e sim participar das atividades adaptadas ao aprendizado” afirmou a secretária.
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A política de inclusão na Bahia segue o modelo social para pessoas com deficiência e tem como pilares a ‘Matrícula em Classe Comum’, a qual prioriza a matrícula dos estudantes público-alvo da Educação Especial nas classes comuns do ensino regular.
O estado busca ainda, de acordo com a secretária, qualificar a rede, incluindo a previsão de concursos para professores e coordenadores pedagógicos especializados na área.
“Nós temos a formação para os profissionas da Educação neste sentido. Na universidade, por exemplo, não fomos formados para desenvover esse olhar e precisamos construir isso”, disse a secretária de Educação do Estado da Bahia, disse Rowenna.
Decreto
No último dia 20 de outubro, o presidente Lula publicou o decreto que institui a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI) e a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva, cujo objetivo principal é garantir o direito à educação sem discriminação, com base na igualdade de oportunidades para pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) e altas habilidades/superdotação.
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