
Na acareação, Vorcaro afirmou que informou ao BRB que as carteiras seriam originadas por terceiros, e não pelo próprio Master, e disse não ter conhecimento, à época, de que os papéis vendidos eram da empresa Tirreno. Paulo Henrique Costa, por sua vez, afirmou que a informação recebida pelo BRB era de que os créditos haviam sido originalmente originados pelo Master.
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