
Segundo o governo, o decreto não aumentou a disponibilidade de recursos para os órgãos, com exceção de ajustes realizados nas emendas parlamentares e no Ministério das Cidades, que tiveram redução na contenção. Informou, ainda, que, no caso do Ministério das Cidades, “esses recursos serão remanejados, oportunamente, para atendimento de outras necessidades governamentais”.
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