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Renomado advogado baiano cobra R$ 728 mil da CBF e acusa gestão de perseguição

O clima esquentou nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O advogado baiano Gamil Föppel entrou na Justiça cobrando cerca de R$ 728 mil da entidade — e ainda fez acusações pesadas contra a atual gestão.

Föppel, que já ocupou o cargo de diretor jurídico na época de Ednaldo Rodrigues, alega que não recebeu valores referentes à rescisão de contrato com seu escritório. A informação foi revelada pelo colunista Lauro Jardim, do portal O Globo.

Segundo o processo, a dívida envolve:

? parcelas de aviso prévio

? compensação por quebra antecipada de contrato

? juros, correção monetária

? e multa de 10% prevista em acordo

Inicialmente, o valor cobrado era de R$ 592 mil, com prazo de 10 dias para pagamento — ignorado pela CBF, segundo a ação.

Pode dar bloqueio de contas

Com o não pagamento, o advogado pediu à Justiça medidas duras:

bloqueio de valores

rastreamento de bens

e possível penhora

A rescisão foi comunicada em 9 de julho de 2025, mas Föppel afirma que havia uma cláusula clara: a CBF deveria pagar, de uma só vez, parte dos valores restantes até março de 2026.

Acusação direta: “perseguição a baianos”

O caso ganhou ainda mais tensão após uma acusação explosiva contra a atual gestão da entidade, comandada por Samir Xaud.

Na ação, o advogado afirma que houve um verdadeiro “pente-fino” contra prestadores de serviço — especialmente os baianos.

“A esmagadora maioria dos prestadores com prefixo 71 foi desligada”, diz o documento.

Ele ainda critica o que chamou de decisões sem critério técnico:

“descredenciamento que ignora eficiência e meritocracia”

Caso pode ganhar nova frente

Segundo fontes, o Ministério Público do Trabalho (MPT) já teria sido procurado para analisar possíveis desdobramentos do caso.

A movimentação pode ampliar o alcance da disputa para além da esfera cível, elevando ainda mais a pressão sobre a entidade.

Bastidores pegando fogo

A cobrança e as acusações de perseguição colocam ainda mais pressão sobre a CBF, em um momento já sensível nos bastidores da entidade.

O caso agora segue na Justiça e pode trazer novos desdobramentos nos próximos dias.

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