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Vereador defende mudança radical no circuito Barra-Ondina

A Câmara Municipal de Salvador (CMS) realizou na noite desta quinta-feira (16) uma audiência pública para discutir possíveis mudanças no circuito Barra-Ondina. O evento ocorreu no Clube Espanhol, localizado no bairro de Ondina.

Além de representantes do Legislativo da capital baiana, participaram da audiência representantes da comunidade, a exemplo da Associação de Moradores Amabarra, das atrações da festa, do setor econômico e do poder público, estadual e municipal.

Ao BNews, o vereador Maurício Trindade (PP) defendeu uma reformulação do carnaval realizado no circuito Barra-Ondina, como a retirada dos trios elétricos e consolidar a realização da festa momesca em outras regiões da cidade, como o Centro Histórico, Comércio e Boca do Rio.

“O carnaval é extremamente importante, é um evento turístico da nossa cidade, mas infelizmente não está comportando mais ser realizado na Barra. Em Salvador tem vários outros locais onde pode ser realizado. Nós não queremos acabar de forma nenhuma com o Carnaval na Barra”, disse o vereador.

“Queremos consolidar o Centro, com o Pelourinho, mas nós precisamos, além de fazer o Carnaval na Barra, em outro modelo já fazer a sugestão de tirar os trios elétricos da Barra para locais que possam ter uma melhor estrutura, como o Centro Administrativo (CAB), como Comércio ou contra aquela orla da nova Boca do Rio, que tem uma estrutura muito melhor”, acrescentou.

“Salvador cresceu, evoluiu e o Carnaval da Barra hoje é o Carnaval extremamente congestionado. Nós não podemos ter 1 milhão, 2 milhão de pessoas na Barra. Nós não queremos ter o maior carnaval, queremos ter o melhor carnaval. E hoje nós temos um carnaval, eu diria, muito ruim”, avaliou.

“Então nós precisamos fazer um carnaval melhor, fazendo que a Prefeitura ouça a população, ouça as entidades, e ouça principalmente a Câmara de Vereadores, que não estão ouvindo. Os técnicos da Prefeitura fazem da forma que querem, sem ouvir absolutamente ninguém, nem a população, nem as entidades, e muito menos a Câmara, que é a voz da população”, concluiu.

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